Longe de ser uma vilã fria e calculista, Lena vê seu mundo ruir. “Nesse momento, ela está emocionalmente esgotada e cada vez mais fragilizada. Mesmo estando com a bebê, ela não vive aquela maternidade idealizada. Pelo contrário, Lena se vê sozinha, sobrecarregada e sem apoio. A culpa começou a pesar de verdade. E o mais forte é que ela sente que a criança não a reconhece como mãe. Essa rejeição simbólica mexe muito com ela, porque quebra a fantasia que sustentava tudo”, conclui Barbara



