Na ocasião, ao defender as eleições diretas, Moraes reconheceu a renúncia de Castro, mas apontou “desvio de finalidade” na mesma. O ministro destacou que, no caso do Rio, o vácuo no Executivo é resultado da condenação eleitoral, não devendo ser aplicada a regra da eleição indireta, da lei estadual, mas sim a previsão do Código Eleitoral, com a determinação do pleito com voto popular.



