Dentro da construção, no último andar, os agentes acharam a cisterna. Ao quebrar a estrutura, foi localizada uma espécie de bunker improvisado, utilizado para armazenar a droga. De acordo com o comandante do BAC, os militares tiveram que rastejar por baixo da cisterna, já que o espaço era limitado. No fim, estava no esconderijo das 48 toneladas, dispostas em mais de 20 mil tabletes de maconha, cada um com cerca de 1kg a 1,5kg e embalados em sacos plásticos e caixas de papelão.



