— Ela sofreu muito, estava chorando o dia todo. Hoje foi para a casa de uma parente nossa, para brincar e tirar um pouco o foco de tudo isso — conta Diogo. — Ainda estamos tentando digerir a situação. Estamos recebendo um apoio muito grande, mensagens na internet, isso está nos dando forças. O ocorrido nos abalou, principalmente porque aconteceu no ambiente escolar, que ela vai frequentar ainda por muito tempo. Dói muito. Não quero que ela seja mais uma pessoa sofrendo consequências do racismo — desabafa o pai.



