qual o papel da escola na prevenção deste problema crescente?


Na maioria das vezes, o que se vê são as instituições atuando de forma segmentada, pontual e pouco dialogada. A atuação limita-se à notificação compulsória e a um encaminhamento burocrático, sem o acompanhamento contínuo entre os diferentes profissionais e a família, o que provoca uma desassistência à população infantojuvenil. Isso vai na contramão do que está posto nas políticas públicas de prevenção à automutilação. A legislação propõe uma intersetorialidade, ou seja, a implicação de diferentes campos (educação, saúde, proteção social, justiça, etc) no cuidado, de maneira que ele funcione conforme o modelo de atenção psicossocial, que é amplo, coletivo e articulado.



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