Senegal exibiu a taça da Copa Africana de Nações à torcida em amistoso neste sábado, contra o Peru, no Stade de France, em Paris. Em meio à polêmica decisão da Confederação Africana de Futebol (CAF) que retirou o título do país, os senegaleses se recusam a devolver o troféu e tentam reverter o caso no Tribunal Arbitral do Esporte (CAS).
A crise teve início na última terça-feira, quando a CAF anunciou a reversão do resultado da final, disputada 58 dias antes, e declarou vitória do Marrocos por 3 a 0 por W.O. A entidade entendeu que o comportamento da seleção senegalesa durante a partida — marcada por protestos contra a arbitragem e abandono temporário do campo — violou o regulamento da competição.
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Apesar da decisão oficial, dirigentes e jogadores do Senegal adotaram um tom de enfrentamento e passaram a tratar o troféu como símbolo da vitória conquistada em campo. O secretário-geral da Federação Senegalesa de Futebol (FSF), Abdoulaye Sow, foi direto:
— A taça não sairá do país. O Senegal tem o direito e a vitória está do seu lado.
Já o presidente da entidade, Abdoulaye Fall, afirmou, em coletiva realizada em Paris, que “o Senegal se recusa a aceitar isso como inevitável”. Na última quarta-feira, a FSF entrou com recurso contra a decisão da CAF.
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