Na semana passada, a Aneel divulgou estimativas que apontam que as tarifas de energia terão um reajuste médio de 8% para 2026. O valor atualizado ficou acima dos índices de inflação projetados do IGP-M (3,1%) e do IPCA (3,9%). O principal motivo foi o valor da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que reúne os subsídios do setor, num total de R$ 52,7 bilhões. Desse valor, R$ 47,8 bilhões são pagos pelos consumidores, montante 15,4% maior que o do ano passado.



