Felipe Nilo leva artes marciais ao centro do debate sobre autismo e inclusão no Brasil


Desde então, ele se dedica à estruturação de um método de ensino que adapta o processo, sem descaracterizar a essência das artes marciais. A proposta, segundo o professor, é criar caminhos para que o aluno aprenda de fato a modalidade, como judô ou jiu-jitsu, e não uma versão simplificada, respeitando suas particularidades e seu tempo de desenvolvimento. Na prática, isso envolve a organização progressiva dos movimentos, a previsibilidade das aulas e estratégias que favorecem compreensão, participação e autonomia dentro do tatame.



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