Kaley, como foi identificada durante o julgamento, começou a usar o YouTube aos 6 anos e o Instagram aos 9, contornando bloqueios da mãe. No tribunal, relatou que o uso constante das redes sociais afetou sua autoestima, afastou-a de hobbies e dificultou amizades, provocando dismorfia corporal devido à exposição a filtros e comparações constantes.



