Para um time com seis reservas nas linhas defensivas, quatro deles com, no máximo, oito jogos com a camisa da seleção, perder para a França por 2 a 1, em jogo equilibrado, trouxe para Ancelotti pontos importantes. Bons e ruins. Em suma: perder para a finalista que lutava pelo bicampeonato mundial na última Copa, agora melhorada pela presença de pelo menos três destaques do futebol europeu (Ekitiké, do Liverpool, Olise, do Bayern e Doué, do PSG), vai ajudar mais do que atrapalhar.



