O julgamento foi retomado após pedido de vista do próprio Nunes Marques, que havia suspendido a análise no último dia 10. Antes dele, já haviam votado pela condenação e pela inelegibilidade de Castro a relatora do caso, ministra Isabel Gallotti, e o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Antônio Carlos Ferreira.



