A rejeição foi construída a partir de uma articulação que reuniu vereadores de diferentes partidos, incluindo legendas de centro e direita como Podemos, Republicanos, MDB, PSD e União Brasil. Enquanto isso, a base favorável, composta principalmente por nomes alinhados à esquerda e a pautas progressistas, tentou sustentar a relevância simbólica e prática do reconhecimento, mas não conseguiu reunir votos suficientes para aprovar a medida.



