Se um é bom, dois pode ser ótimo! O “Que história é essa, Porchat?” estreia nesta terça-feira (24), às 21h45, a sua oitava temporada, no GNT e no Globoplay, abrindo espaço para causos contados em dupla no palco do programa. A ideia surgiu depois que o apresentador permitiu que Cláudia Abreu e Renata Sorrah compartilhassem juntas suas impressões sobre uma viagem a Nova York, nos Estados Unidos, marcada por uma tentativa frustrada de tietar o ator, produtor e cineasta americano Al Pacino.
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— Desde o início do programa, eu era meio contra levar gente amiga, para não virar panelinha, sabe? Aí, no ano passado, Renata e Cláudia pediram, eu abri exceção por serem elas, e qual não foi a minha surpresa quando a história ficou engraçadíssima e o público adorou! Se funcionou, por que não repetir? Agora, Cleo Pires pediu pra contar com Rafael Infante. Chamei a Juliana Didone, que quis levar Alejandro Claveaux. E está sendo ótimo! Então, nesta temporada eu vou apostar numas duplas assim — explica o anfitrião.
O apresentador Fabio Porchat
Juliana Coutinho/GNT/Divulgação
Se fosse convidar algum amigo para contar junto uma história pessoal, Fabio Porchat, de 42 anos, cita pelo menos três que renderiam memórias engraçadas:
— Eu já vivi muitas situações curiosas com Miá Mello, Paulo Vieira e João Vicente de Castro. Temos muito assunto!
Sua avó materna, Maria Alice, de 84 anos, também é uma parceira constante em programas culturais e viagens. Por isso, o EXTRA pediu que ela contasse uma história curiosa vivida com o neto (veja abaixo). No último dia 15, quando aconteceu o Oscar, Porchat compartilhou no Instagram um áudio dela criticando o ator americano Timothée Chalamet, e a postagem bombou.
— Ela me ligou: “Seu filho da p…, você publicou nossa conversa! Você sempre apronta para cima de mim!”. Mas ela se diverte. A gente até fechou um merchan de aparelho de surdez pra ela, ficou famosa!
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Sete anos após a estreia da atração, ainda tem famoso querendo participar, mas sendo “barrado no baile”. É que o anfitrião é criterioso na seleção das histórias:
— Esse eu posso falar porque é meu amigo, não vai pegar mal. Alexandre Nero só participou virtualmente, na época da pandemia. No palco, não. Ele me mandou um áudio, não era boa a história. Mandou outro, não era boa também. Aí mandou um vídeo contando outra história. Eu falei: “Alexandre, essa também não”. Ele reclamou: “Não acredito! Eu não consigo ter uma boa para contar!”. Mas a gente ainda vai achar uma (risos).
Que história é essa, dona Maria Alice?
“Em dezembro de 2018, eu estava com o Fabio na África vendo os bichinhos bonitinhos na selva, soltos, no Serengeti (Tanzânia). Aí decidimos voar de balão. Às 4h da manhã, estávamos eu, ele, a madrinha, o pai e a mãe dele esperando inflarem o balão pra gente entrar no cesto. Subimos, vimos os bichos lá de cima — o que, aliás, é um espetáculo muito bonito, silencioso, tranquilo. Na descida, na hora de pousar, o baloeiro disse que o local da chegada não era certo, mas aproximado. Só que deu um vento, o balão bateu forte no chão, foi quicando, quicando, e de repente virou. Aí eu caí por cima da madrinha do Fábio e ele por cima de mim, todo mundo embolado. Eu comecei a rir, porque poderia ter sido trágico, mas foi muito engraçado. Acho que eu ri mais de tensão e nervoso, sei lá… Foi uma bela aventura africana!”.
Fabio Porchat, a avó Maria Alice e a madrinha Marina no cesto de balão virado, na África
Arquivo pessoal
Fabio Porchat responde as perguntas que fará aos convidados
Qual é a primeira lembrança que você tem da vida? Meu pai construindo uma pipa.
Qual foi a maior loucura que você fez na adolescência? Eu já capotei um carro, bêbado.
Onde foi o seu primeiro beijão? No play do prédio, durante uma festinha.
Qual é a palavra da língua portuguesa de que você mais gosta? Eu gosto muito de “cumbuca”.
Um lugar do Brasil que você quer conhecer? Monte Roraima.
Quem você gostaria que chegasse na sua casa de surpresa? O Jim Carrey.
Uma coisa que você não come de jeito nenhum? Eu não tomo café, não gosto.
Um brasileiro que te dá orgulho? O Paulo Vieira. Pra mim, ele é a cara do Brasil!
Com que você faria uma dupla sertaneja? Com a Sandy.
Com quem você cantaria num karaokê? Com o Elvis Presley.
Qual foi o seu primeiro crush famoso? A Natália Lage.
Para que profissão você não leva jeito? Neurocirurgião. Eu odeio sangue!
Se ganhasse o Oscar, quem gostaria que te entregasse o prêmio? O Pedro Cardoso.
Que filme você queria ter feito? Ou atuado? “Jurassic Park”.
Um apelido seu que ninguém sabe? Pinico. Minha mãe cortava meu cabelo nesse formato e o pessoal me sacaneava.
Uma viagem inesquecível? Para o Quênia. Foi o lugar que fez me apaixonar pela África Subsaariana, e eu voltei algumas vezes.
Um livro? Um defeito de cor”. Eu fiquei embasbacado com esse livro. É muito potente, muito bem escrito. Ainda bem que se popularizou!
Como você gostaria que fosse o fim do mundo? Numa invasão alienígena.
Com quem, que já não está entre nós, você gostaria de ter trabalhado? O Golias…
Quando você chegar no céu, lá tem que ter o quê? Pão, queijo e pão de queijo. Por mim, eu viveria disso.
Na cabeça de quem você gostaria de morar por um dia? Na do Ryan Coogler, diretor do filme “Pantera Negra”.
Que momento histórico você gostaria de ter presenciado? Eu adoraria ter visto o Big Bang.
O que você quer escrito na sua lápide? “Não está mais aqui quem falou”.
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Fabio Porchat entrega famoso que não foi aprovado para participar de seu programa no palco: 'Não era boa a história'



