— O Ayrton Senna, no carro, quebrava, ele batia, ficou chateado, esperneava, e quando ganhava ele vibrava como qualquer um de nós vibraria — diz o maestro, que segue: — Ele encarnou a vitória mesmo, o cara que luta pra caramba, que não ganha sempre, mas, quando ganha, faz as pessoas se identificarem com ele.



