Monique deixa a prisão após adiamento do júri


A decisão que adiou o julgamento pela morte do menino Henry Borel , crime que chocou o Brasil, provocou reações de comemoração entre os réus e seus familiares no plenário do Tribunal de Justiça do Rio nesta segunda-feira. Ao ouvir a leitura da juíza Elizabeth Louro determinando o relaxamento de sua prisão, Monique Medeiros chorou, abraçou seus advogados, fez o sinal da cruz e levantou as mãos para o céu. A juíza entendeu que manter a prisão configuraria “constrangimento ilegal”, já que o adiamento ocorreu por uma situação à qual Monique não deu causa. Em contraste com as reações de comemoração dos réus, Leniel Borel, pai do menino, caiu em prantos, inconformado com o adiamento.



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