“A pergunta é: quando vocês das editoras, gravadoras e produtoras do funk vão aprender e reunir essa galera para pagar a quem devem? Isso está errado. Eu e Claudinho fomos uns dos poucos a quebrar esse tabu, essa barreira, esse monopólio, que existe há muito tempo no funk. E uma hora eu sabia que isso ia dar ruim. E está dando ruim. Tati, estamos juntos, e obrigado por você ter levantado essa bandeira”.



