projeto de combate à violência contra a mulher abre inscrições na Beija-Flor


— Depois da situação de violência que vivi, a primeira coisa que pensei foi procurar ajuda. Eu já tinha ouvido falar do Empoderadas e entrei em contato com a Érica Paes pelo Instagram, que prontamente me respondeu. Na semana seguinte, eu já estava participando das atividades na quadra da Beija-Flor. Recebi apoio jurídico, social e psicológico, além de orientação sobre segurança que eu nunca tinha aprendido antes. Faço as aulas no tatame e também participo de cursos profissionalizantes, como os de trufas e maquiagem. Além disso, o acolhimento é fora de série: você não sente vergonha de falar sobre o que aconteceu, porque não existe julgamento. Passei a identificar sinais de violência que antes eu não reconhecia, tanto na minha vida quanto na de outras mulheres — relata.



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