Macacos-prego intrigam a ciência e desafiam moradores do Rio na convivência, ainda mais em áreas de floresta da cidade


Leandro Jerusalinsky, coordenador do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB/ICMBio), concorda. Ele diz que essa população é fruto de muitas liberações desordenadas, no passado, ainda que bem-intencionadas. Além de tráfico e uso como pet. Por muito tempo se pensava que os macacos-prego eram todos de uma só espécie. Com o avanço da ciência, descobriu-se que não, e isso é importante para a conservação e o manejo, pois essas espécies têm adaptações, por exemplo, a diferentes tipos de clima, vegetação e até patógenos.



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