No dia do crime, segundo a delegada Viviane Costa, da Deam de Jacarepaguá, a jovem portava um cordão e um crachá que a identifcava como autista. Após ficar quase uma hora em um ônibus, ela desceu do veículo e prosseguiu a pé. Em um posto de gasolina, ela foi abordada pelo motorista de aplicativo, que ofereceu uma carona para levá-la até ao Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Ela aceitou e entrou no carro. O suspeito teria desviado do caminho e levou a mulher para a Praia da Reserva, onde a vítima foi estuprada.” Ele ficou dirigindo um tempo e parou o carro. Eu falei que não queria descer. Mas, ele falou que eu iria me sentir melhor. Ele pegou minha mão e a gente foi para a areia. E ali, ele me machucou”, disse X., em um trecho de uma entrevista concedida ao RJTV.



