Estudo identifica nova linhagem de vírus amazônico no Rio de Janeiro e em Minas Gerais


Outra descoberta importante, segundo os pesquisadores, é a possibilidade de um diagnóstico tardio utilizando exames de urina. O RNA do vírus Oropouche, dizem os cientistas, pode permanecer detectável na urina por mais de três semanas: “Esse exame prolongado permite confirmar que se trata da mesma infecção e pode ajudar a melhorar o diagnóstico e a vigilância epidemiológica”, explica a pesquisadora Anielle Pina-Costa, da Escola de Enfermagem da UFF.



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