Rodrygo era cotado para ser titular do Brasil no Mundial. Desde que voltou a ser convocado (contra a Coreia do Sul, em outubro), iniciou em três dos quatro jogos desde então. No esquema mais usado por Ancelotti, o 4-2-4, o atacante vinha sendo o jogador que preenche o corredor esquerdo, mas que cai por dentro, se aproxima dos meio-campistas e também ocupa a grande área quando preciso. Sua versatilidade, facilidade para o drible e boa finalização certamente seriam muito utilizados pelo técnico italiano na Copa.



