— Quando vimos a divulgação das maquetes, ficamos em alerta. A do terminal foi o estopim para que expuséssemos nossa posição. Até temos necessidade de outras coisas, mas não adianta ter um terminal de transporte lindo, e o morador ter que pisar no esgoto para chegar até ele. Não vamos abraçar esses projetos que só servem como maquiagem. Temos mais de 20 valões a céu aberto, de onde saem ratos que entram nas casas e causam leptospirose. Não pode, em 2026, as pessoas morrerem porque um roedor urinou em sua comida — afirma. — A última vez que fizeram alguma melhoria relacionada a saneamento foi no primeiro PAC, entre 2009 e 2011, mas foram apenas medidas paliativas.



