Diante da Torre Eiffel, em Paris, movimentos sincronizados de pernas, braços, ombros, cabeça e se misturam a um inconfundível gingado — tudo embalado por uma batida típica do Rio de Janeiro. A cena se repete no Centro de Londres, em meio a um casario em Lisboa, em frente a um arranha-céu em Barcelona e numa praça em Sydney. A dança atrai olhares curiosos, sorrisos de quem passa e celulares a fotografar e filmar. O foco das atenções é o dançarino, coreógrafo e professor de dança Roberto Soli, de 31 anos, que faz qualquer cenário dialogar com o funk carioca. Ele tem o “molho”. Com molejo singular aliado a carisma de sobra, vem contribuindo para disseminar o gênero musical mundo afora, ao promover turnês de oficinas de passinho que percorrem diferentes países.



