Condenados a 76 anos e três meses de prisão pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), por unanimidade, no âmbito do caso Marielle Franco, os irmãos Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio (TCE-RJ), e João Francisco (“Chiquinho”) Brazão, ex-deputado federal, poderão progredir de regime após cerca de 28 anos de cumprimento da pena, contados a partir da data da prisão. O cálculo, feito a pedido do GLOBO pelo jurista Felipe Almeida, considera que ambos são réus primários e que não se aplicam sobre eles as frações mais gravosas introduzidas pelo Pacote Anticrime. Além da condenação por homicídio, ambos também foram sentenciados por tentativa de homicídio e organização criminosa armada.



