É fundamental sublinhar que, em nenhum instante de sua fala, Solange Couto atribui a Samira a condição de “fruto de estupro”. A conexão com a palavra “estupro” foi feita pela própria Solange em referência à sua própria concepção para, em seguida, caracterizar Samira como “infeliz” e conjecturar, de forma generalizada e questionável, sobre as possíveis origens de sua suposta infelicidade, utilizando a expressão popular “trepada mal dada”.



