Os furtos ocorriam, principalmente, durante a madrugada. Caminhões eram usados para arrancar cabos subterrâneos, enquanto motocicletas atuavam como batedores para monitorar a movimentação policial e bloquear vias. Após a retirada do material, os criminosos o transportavam para pontos específicos, onde ele passava por fracionamentos. Em seguida, os itens eram comercializados por meio de ferros-velhos e empresas de reciclagem, previamente vinculadas ao grupo.



