— É uma emoção diferente, de agradecer e retribuir todo o amor que a gente recebeu. Quando a gente entrou nessa avenida, a gente só tinha uma certeza: de que a gente amava muito o Ciça. Hoje, temos duas: a gente ama muito, mas o público e a Sapucaí também amam. Hoje, não sou rainha de bateria, eu sou uma súdita — disse ela, garantindo que ficará na escola, “de algum jeitinho”.



