“Eu nunca precisei mudar meu corpo para me amar. O amor sempre esteve aqui. O que mudou foi o caminho, as escolhas, a forma de cuidar de mim. Esse espelho não é sobre correção, é sobre continuidade. Sobre entender que amor-próprio não é estagnação, é consciência. Amar o próprio corpo não significa rejeitar mudanças. Significa não se odiar enquanto elas acontecem. Significa não viver refém do medo, nem da vergonha, nem do olhar do outro”, disse.



