O deputado Amauri Ribeiro (UB) voltou a criticar, na Ordem do Dia da sessão ordinária desta quinta-feira, 19, a estrutura administrativa e tributária do Governo Federal. Segundo ele, a gestão do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) opera com 37 ministérios, 14 a mais que os 23 existentes no governo Jair Bolsonaro (PL), o que, para o parlamentar, representa aumento de gastos públicos. “Isso são bilhões do nosso dinheiro jogado no lixo”, afirmou, ao sustentar que os ministérios criados “não servem para nada”.
Ribeiro também declarou que o governo federal criou 24 impostos na atual gestão, questionou discursos de petistas com relação à revogação da taxa do Fundeinfra, e apontou noticiários sobre invasões a propriedades rurais, com a afirmativa de que os produtores têm enfrentado ocorrências no campo que, em sua avaliação, não eram registradas na gestão anterior.
De acordo com Ribeiro, o governo Bolsonaro defendia a propriedade privada e não apoiava invasões de terra. “Não apoiava vagabundo, não apoiava ladrão e não apoiava invasor de terra”, declarou o parlamentar, que também acusou a esquerda de adotar tratamento diferente em relação à propriedade privada. “Quando é na terra deles, não pode, mas quando é de outros, pode”, afirmou.



