— A ideia surgiu quando assumi a Vara da Infância e Juventude e visitei os abrigos. Vi necessidades de toda ordem: instalações, alimentação, exames, falta de óculos, de um ventilador em um quarto, crianças e adolescentes querendo fazer um curso ou praticar esportes — diz o magistrado. — Esse é um programa que não dá desculpa para ninguém. O provedor oferece ajuda material a partir de uma lista do que cada abrigo precisa. O colaborador ou prestador de serviços doa sua expertise, dentro de sua atuação profissional. O afetivo é voltado a crianças e adolescentes que não têm pretendentes à adoção nem perspectiva de reintegração familiar, e cujo padrinho ou madrinha também não deseja adotar, mas quer fazer algo a mais, como passeios e visitas.



