“Isso, por diversas vezes, coloca sobre as minhas costas responsabilidades além da minha função”, escreveu André, referindo-se ainda ao último carro alegórico da Portela, que travou na concentração e fez com que a escola passasse por apuros na entrada do Sambódromo: toda a escola já estava desfilando, enquanto o Setor 1 e boa parte da Avenida Presidente Vargas contavam com um vazio, já que o carro não se mexia. A alegoria trouxe a tradicionalíssima Velha Guarda. “Eu não deveria ser a única pessoa na armação que sabia destravar um carro alegórico para garantir que a Velha Guarda desfilasse, mas eu era e fiz”.



