Nunes Marques, segundo o site, também defendeu a tese de que não havia fundamento jurídico para afastar Toffoli. Após examinar o relatório da PF, disse não ter encontrado elementos que justificassem impedimento ou suspeição do seu colega. Nessa mesma linha argumentativa, de acordo com o Poder360, André Mendonça reconheceu que havia uma crise institucional, mas sinalizou que votaria contra a suspeição. Conforme o relato publicado pelo Portal, o magistrado, que se tornou relator do caso Master após Toffoli abrir mão de conduzir o inquérito, relativizou a participação de magistrados em eventos patrocinados por empresas privadas, afirmando que tal critério poderia atingir qualquer integrante da Corte.



