Ao fim do show — marcado por mensagens políticas subliminares e uma animada exaltação da cultura latina —, o artista pegou uma bola de futebol em que se lia “Juntos, somos a América”. Em seguida, músicos e bailarinos desfilaram com bandeiras dos países do continente americano. “Deus abençoe a América”, ele disse, reproduzindo a frase patriótica comumente usada por quem nasce nos EUA. E acrescentou, como numa explicação: “Ou seja: Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Brasil, Colômbia…”, e assim por diante, citando todos os países do continente americano.



