— A grande discussão acerca da questão do extrateto, que já é praticada em alguns Poderes, é praticada no TCU, é praticada no Senado, a Câmara não praticava. Por manter coerência com a Reforma Administrativa, que eu pessoalmente defendo. Na própria proposta da Reforma Administrativa, que foi apresentada pelo deputado Pedro Paulo, prevê lá que há uma exceção de até 5% dos servidores de qualquer instituição terem um tratamento diferenciado pela responsabilidade dos cargos que ocupam. Na Câmara, fizemos isso e apenas 4% dos servidores, 72 pessoas, é que teriam o direito — justificou Motta.



