Considerando os temas ocupação, estabilidade, barreira racial e economia da favela, a pesquisa revelou que apenas 25% dos moradores das comunidades de todo o país têm empregos com carteira assinada, 34% estão informais (entre aqueles que não têm registro formal e os que fazem bicos), 17% estão desempregados (desocupados), 8% têm um negócio, e 8% estão fora da força de trabalho (entre aposentados e estudantes).



