O estudo mostra que o espaço sideral é hostil à reprodução humana. A radiação pode danificar o DNA e aumentar o risco de câncer e a microgravidade interfere nos hormônios, na qualidade dos gametas e no desenvolvimento embrionário. Não se trata apenas de raios e ausência de gravidade; poeira tóxica, recursos limitados, contaminação em espaçonaves seladas, disrupção do ritmo circadiano e estresse representam ameaças à saúde materna e fetal, com potenciais efeitos hereditários a longo prazo.



