— O que mudou na nossa vida foi uma questão de se resguardar na exposição, ter mais cuidado com a Lara por ser criança. A gente trocou ela de escola, por exemplo. Minha sobrinha assiste a mãe o dia inteiro, vai dormir quando a Chai dorme, e acorda na hora que ela levanta. Pra minha irmã, que não está vendo a filha, dói mais. Lara tem os momentos de saudade, mas a gente explica, assistimos juntos, aí ela fica bem, entende que isso é uma oportunidade única — conta Maria Luiza.



