Sem bandeiras há dois anos, praias do Rio têm padronização que descaracteriza um dos primeiros redutos LGBTQIA+ da cidade


A história das bandeiras, aliás, é parte central da trajetória do espaço. Nos anos 1990, quando frequentadores tinham dificuldade de encontrar a barraca em meio à multidão da praia, a solução surgiu de forma improvisada: cangas, cabos de guarda-sol e criatividade viraram a primeira bandeira do arco-íris hasteada ali. A partir dali, o local passou a exibir diferentes símbolos da diversidade, se consolidando como um ponto de visibilidade gay, lésbica, trans e de outros grupos que raramente encontravam acolhimento em espaços públicos da cidade naquele período.



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