Assim como no episódio de sábado passado, Paes tem atribuído as falhas de operação nos ônibus da capital a problemas de gestão das empresas e sempre negou atrasos nos subsídios, conforme alega o setor. Em janeiro, o Fórum de Mobilidade Urbana divulgou um ofício em que a empresa paulistana Sou — que integra o consórcio Transoeste desde outubro — cobra uma dívida de R$ 2 milhões em subsídios não pagos no período de novembro a janeiro. No documento, a direção informava que, sem os recursos, corria o risco de paralisar os serviços. Essa mesma empresa, dias antes, havia começado a operar cem novos ônibus na Zona Oeste. Logo após a reclamação, os pagamentos foram normalizados.



