‘Jogador sabe que é para o bem’


— Um dos pilares é a maneira como eu abordo o jogador. Não tenho receio, medo, de abordar. O jogador sabe que aquilo é para o bem dele. É um papel difícil, não é para qualquer um. Eu me exponho em favor do jogador […] Eu sei da vida dos jogadores, da vida particular, do filho e da mulher, eu sei como está e não está. Porque a vida do jogador é difícil. E a minha cobrança é para proteger, para fazer o cara jogar mais. E se perceber, naquele jogo contra o Mirassol mesmo, o time voltou melhor depois da cobrança naquela etapa. O meu interesse é no ambiente interno. A justiça é feita internamente. Agora, o que as pessoas imaginam, e a maneira como elas fazem as críticas tem mais a ver com elas do que aquilo que está acontecendo internamente. Principalmente sobre respeito com o jogador. Respeito com o jogador eu tenho no nível máximo. Eu trato jogadores como se fossem meus filhos. Eu cobraria do jeito que eu cobrei. Esse é o maior elogio que eu posso dar aos jogadores. Eu me entrego para que os jogadores consigam ter uma vida melhor como eu ofereço para os meus próprios filhos. E por isso que os jogadores respondem bem.



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