— Hoje, em uma ocorrência em Copacabana, o policial precisa identificar manualmente quais câmeras existem, anotar numerações, mapear rotas de fuga, descobrir se as câmeras pertencem à prefeitura, a prédios ou a outros órgãos e, depois, solicitar as imagens uma a uma, um processo manual. Com o Sentinela, isso muda — explicou o governador.



