Pesquisadora é desligada da UFF após estudo sobre pardos causar polêmica na internet; ela se diz perseguida pela universidade


Beatriz Bueno, que reúne mais de cem mil seguidores no Instagram, começou a ganhar projeção nacional após o rapper Mano Brown, que se define como mulato, citar seu trabalho numa discussão do podcast “Mano a Mano”, em maio do ano passado. Desde então, seus vídeos sobre parditude na rede social ganharam milhares de visualizações e motivaram reações negativas. A pesquisadora defende que pessoas pardas vivem num limbo, sofrendo discriminação tanto de pessoas pretas quanto de brancos. Especialistas na questão racial criticam o conceito, argumentando que ele divide o movimento negro, representa um retrocesso na luta antirracista e serve de munição para a branquitude.



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