Conhecido por correr até a última gota de suor, Canobbio já mostrou que sabe fazer o trabalho pesado quando necessário. Prova disso é que o uruguaio desempenha papel importante em duas fases do jogo em que o time deixou a desejar no clássico: pressão na saída de bola adversária e recomposição defensiva. Não à toa, foi, no Campeonato Brasileiro deste ano, o líder da equipe em desarmes — média de 1,9 por jogo — ao lado do lateral-esquerdo Renê.



