Vegetti castiga o Fluminense, e Vasco sai na frente na duelo por vaga na final da Copa do Brasil

Os duelos por vaga na final da Copa do Brasil estão abertos e continuam no domingo. O Vasco saiu em vantagem do clássico no Maracanã, vencendo por 2 a 1, de virada, com gol de Vegetti, nos acréscimos; e o Corinthians bateu o Cruzeiro, no Mineirão, por 1 a 0, com gol irregular de Memphis. Os dois jogos deixaram a desejar em virtuosismo. Mas valeu a transpiração e o desejo de terminar o ano erguendo o troféu que ainda restou no calendário nacional.
No clássico carioca, ficou a sensação de que a vitória vascaína foi castigo aos tricolores — que pareciam satisfeitos com o 1 a 1. O time de Zubeldía sentiu falta do atacante Canobbio (suspenso) e tentou levar a decisão para a segunda partida. Só não se deu conta de que o Vasco de Fernando Diniz está em débito com a torcida. Vejamos o próximo capítulo.
Pé na final
A vitória sobre o Cruz Azul, do México, confirmou minha análise sobre a maturidade do time do Flamengo e o fato de Filipe Luís ter mais e melhores opções para esses confrontos de mata-mata. Quando Everton e Plata entraram, os mexicanos, já cansados, sentiram a dificuldade de segurar o ímpeto rubro-negro; e, quando Luiz Araújo e De La Cruz foram a campo, o campeão da Concacaf percebeu o quão impossível seria equilibrar a disputa.
Até tentou, mas os mais experientes do campeão da Conmebol paravam a partida a cada ataque do adversário. Amanhã, será a vez de a equipe de Filipe Luís medir forças com o Pyramids, do Egito, vencedor da Champions da África. Pedi então ao atacante Juan Bezerra, cria do Vasco, destaque no Zamalek, um dos maiores do Egito, que me desse a dimensão da dificuldade que o rubro-negro encontrará neste duelo em Doha.
“Pyramids busca a bola longa para o centroavante, que é muito forte. Costuma deixar espaços no meio, e isso favorece o Flamengo, que deve vencer com facilidade por ter jogadores que controlam o jogo”, avaliou Juan. O brasileiro, eleito recentemente o melhor estrangeiro do futebol egípcio, ressalta individualidades de Arrascaeta, Jorginho, Samuel Lino e Bruno Henrique, nomes já renomados internacionalmente e que saberão achar os espaços.
O que reforça minha convicção sobre a possibilidade real de o Flamengo chegar à final diante do PSG com o moral mais elevado do que o campeão europeu. Não por jogar um futebol encantador, mas por ter um elenco mais calejado, de boa qualidade e adaptado a um sistema de jogo eficiente.



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