Homem que matou servidoras do Cefet teria mais 50 balas, relatam testemunhas


Em choque, amigos e parentes se despediram ontem da psicóloga Layse Costa Pinheiro e da pedagoga e cantora Allane de Souza Pedrotti Matos, mortas sexta-feira por um colega de trabalho dentro do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet), no Maracanã. A deputada estadual Elika Takimoto (PT), professora da escola licenciada desde 2022, esteve nos velórios e, abalada, afirmou não saber como será o retorno dos docentes e alunos ao centro. Segundo ela, colegas que presenciaram a tragédia relataram que João Antônio Miranda Tello Gonçalves, o atirador, tinha ao menos mais 50 projéteis na mochila, além de um histórico de atitudes agressivas com mulheres. Procurada, a Polícia Civil não passou informações sobre a investigação.



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