‘Passou meses em home office’


A vida de Allane de Souza, pedagoga, doutora em linguística, mãe dedicada e sambista em plena ascensão, foi interrompida de forma brutal nesta quinta-feira (28), dentro do colégio onde trabalhava. Ainda em choque, o seu melhor amigo há quase duas décadas, Fabiano Magdaleno, professor de geografia do Cefet, conta que Alanne construiu uma trajetória acadêmica e artística com esforço próprio — e que vivia, havia meses, com medo do colega que a assassinou.



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