Paes explicou que, sem o elevado, surgirão novos terrenos públicos ao lado do Sambódromo, que serão entregues à iniciativa privada, em contrapartida às obras, que deverão acontecer sem aporte de dinheiro público, como ocorreu no Parque Olímpico, na Barra, e no Porto Maravilha. As áreas poderão ser vendidas pelos gestores da PPP para que recebam tanto pontos comerciais como moradias. A projeção da prefeitura é que surjam 25 mil novas residências.



