festas com ritmos afro-brasileiros de terreiro ganham a cena no Rio


Nas madrugadas do Rio, há uma batida que não vem dos subwoofers — um tipo de alto falante —, nem das caixas de som importadas. Vem de muito antes: das casas de santo e dos toques de Angola, Ketu, Jêje, Umbanda e Omolokô. Mas ressurge remixada, filtrada, acelerada e, sobretudo, compartilhada. É o movimento das “festas de macumba” e baladas que transformam pontos cantados e cantigas ancestrais em trilhas dançantes de trap, funk, charme e eletrônico, criando um circuito que reúne gente da religião, curiosos, jovens, DJs, produtores e até quem nunca pisou num terreiro.



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