— O compliance deve ser acionado sempre que houver suspeita de violação ética, legal ou de políticas internas, como casos de assédio, discriminação, corrupção, conflitos de interesse ou uso indevido de informações. Situações interpessoais menores, como divergências de opinião, pequenos atritos ou boatos, geralmente podem ser mediadas pelo RH — explica Elcio Teixeira, CEO da Heach RH.




