No pátio do Instituto Médico-Legal (IML), no Centro do Rio, ela se mantém de pé, com a cabeça apoiada nas grades, segurando-se nelas enquanto observa uma pulseira prateada entregue num saco plástico. “Só restou isso dele” — diz Karen Beatriz, grávida de um mês, sobre o marido morto na operação que deixou 121 corpos nos complexos da Penha e do Alemão.




